O Paciente Neurocirúrgico Pediátrico

Por: Dra. Jacqueline Bertagna do Nascimento

 

A cada dia que passa, tem-se observado o fisioterapeuta como membro fundamental de uma equipe multiprofissional que é responsável pela boa evolução do paciente pediátrico que foi submetido a uma intervenção neurocirúrgica. Sua atuação já não mais se restringe à reabilitação motora, mas fundamentalmente respiratória com a aplicação criteriosa de técnicas fisioterapêuticas apropriadas para promover a higiene brônquica e garantir a manutenção da expansibilidade pulmonar.

Os pacientes que apresentam um comprometimento do sistema nervoso central (SNC) podem desencadear diversas complicações respiratórias, desde alterações nas vias aéreas,

Bronquiolite Viral Aguda

Por: Dra. Jacqueline Bertagna do Nascimento

 

A bronquiolite viral aguda (BVA) constitui uma das principais causas de hospitalização de crianças com até 5 anos de idade, particularmente de menores em seu primeiro ano de vida.1 A bronquiolite causa freqüentes visitas ao setor de emergência pela ocorrência de Insuficiência Respiratória Aguda (IRA) progressiva, em especial, nos lactentes pequenos e prematuros.

A BVA é caracterizada por inflamação aguda dos bronquíolos, na maior parte, causada por vírus sincicial respiratório (VSR) e, também, por Parainfluenza tipo 3, alguns tipos de Adenovirus e Influenza tipo A e B. Ocasionalmente, outros agentes como Rhinovirus e o M. pneumoniae podem ser

Síndrome de Raeder por Aneurisma Gigante da Artéria Comunicante Posterior

Por: Dr. Pedro Augusto Deja Teixeira

 

A Síndrome de Raeder ou síndrome paratrigeminal óculo-simpática foi inicialmente descrita por Johan Georg Raeder, em 1918 e, em 1924 ampliou para quatro casos. A ocorrência de tal síndrome parece estar ligada à patologia parasselar na fossa média, especialmente tumor peimário ou mesmo metástases e, entre outras causas, à dissecção da artéria carótida e aneurisma cerebral. São ditos como casos do Tipo I aqueles em que a Síndrome é acompanhada de lesão dos nervos cranianos de III a VI. Já as lesões chamadas Tipo II são aquelas em que se observa somente dor e lesão óculo-simpática. Os aneurismas da artéria comunicante posterior são frequentemente

Fisioterapia na asma infantil

Por Dra. Jacqueline Bertagna do Nascimento

 

A asma é uma doença inflamatória grave, crônica, de caráter intermitente e reversível com tratamento ou espontaneamente, que tem alta incidência na infância, trazendo repercussões socioeconômicas significativas. É caracterizada por hiper-responsividade das vias aéreas inferiores e por limitação variável ao fluxo de ar, que é a principal alteração fisiopatológica. Na verdade, há uma obstrução tanto ao fluxo inspiratório quanto ao fluxo expiratório, gerando aprisionamento de ar, aumento do volume residual funcional e, conseqüentemente, hiperinsuflação pulmonar. Essas alterações acabam modificando a relação ventilação-perfusão e piorando a

Fisioterapia no Refluxo Gastroesofágico

Fisioterapia no Refluxo Gastroesofágico

Por Dra. Jacqueline Bertagna do Nascimento

 

As doenças esofagianas, como o Refluxo Gastroesofágico (RGE), chamam a atenção do fisioterapeuta pela agressão ao sistema respiratório provocada por essas moléstias. A freqüência com que os episódios de RGE patológicos ocorrem tem significativa importância por ser responsável por manifestações indesejadas como os próprios distúrbios respiratórios no primeiro ano de vida.

Os mecanismos fisiopatológicos envolvidos nas manifestações do RGE incluem tanto a irritação da mucosa orofaríngea quanto das terminações nervosas responsáveis pelos fenômenos de broncoconstrição, além da aspiração brônquica de líquido gástrico. Na verdade, isso pode ocorrer,

Fisioterapia na hipertensão pulmonar

Fisioterapia na hipertensão pulmonar

Por Dra. Jacqueline Bertagna do Nascimento

 

Cada vez mais, nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica, a fisioterapia respiratória é uma especialidade imprescindível, desempenhando um importante papel junto à equipe multiprofissional.

As crises de HP são uma complicação clínica e pós-operatória potencialmente fatal. Sempre que houver uma falha da resistência vascular pulmonar em diminuir após o nascimento, seja por problemas durante a gestação, os quais levam a um sofrimento fetal e, conseqüentemente à muscularização anormal das artérias pulmonares, ou por manutenção de um shunt esquerdo-direito em função de uma cardiopatia congênita, conduzindo a um aumento do fluxo sangüíneo

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