Síndrome de Raeder por Aneurisma Gigante da Artéria Comunicante Posterior

Por: Dr. Pedro Augusto Deja Teixeira

 

A Síndrome de Raeder ou síndrome paratrigeminal óculo-simpática foi inicialmente descrita por Johan Georg Raeder, em 1918 e, em 1924 ampliou para quatro casos. A ocorrência de tal síndrome parece estar ligada à patologia parasselar na fossa média, especialmente tumor peimário ou mesmo metástases e, entre outras causas, à dissecção da artéria carótida e aneurisma cerebral. São ditos como casos do Tipo I aqueles em que a Síndrome é acompanhada de lesão dos nervos cranianos de III a VI. Já as lesões chamadas Tipo II são aquelas em que se observa somente dor e lesão óculo-simpática. Os aneurismas da artéria comunicante posterior são frequentemente diagnosticados após hemorragia meníngea espontânea, ou mesnmo por causarem paralisia do nervo oculomotor. Na literatura médica brasileira há um só relato de caso de Síndrome de Raeder cuja causa associou-se a um aneurisma gigante intracavernoso. A partir daí, buscou-se a elaboração de um relato de caso de um aneurisma gigante da artéria comunicante posterior não roto, apresentando-se como Síndrome de Raeder. Neste caso, o paciente apresentou cefaléia fronto-orbitária progressiva, que se tronou contínua e incapacitante, acompanhada de Síndrome de Horner no mesmo lado, acarretando em investigação neurológica e diagnóstico inicial de tumor encefálico com compressão mesencefálica.

 

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