O Paciente Neurocirúrgico Pediátrico

Por: Dra. Jacqueline Bertagna do Nascimento

 

A cada dia que passa, tem-se observado o fisioterapeuta como membro fundamental de uma equipe multiprofissional que é responsável pela boa evolução do paciente pediátrico que foi submetido a uma intervenção neurocirúrgica. Sua atuação já não mais se restringe à reabilitação motora, mas fundamentalmente respiratória com a aplicação criteriosa de técnicas fisioterapêuticas apropriadas para promover a higiene brônquica e garantir a manutenção da expansibilidade pulmonar.

Os pacientes que apresentam um comprometimento do sistema nervoso central (SNC) podem desencadear diversas complicações respiratórias, desde alterações nas vias aéreas, especialmente as superiores, e dos músculos reparatórios, até problemas intrínsecos dos pulmões, como infecções, embolia pulmonar e síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). O manejo deste paciente em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é extremamente importante para que se possa promover uma adequada monitoração e tratamento precoce de eventuais complicações , preservando-se, então, a função neurológica e respiratória e otimizando a boa evolução do doente.

 

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