Especilidades

Serviços

As equipes que integram o Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral são:

  • Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral
  • Neurologia
  • Fisioterapia e Reeducação Postural Global (RPG)
  • Avaliação Cinético-Funcional
  • Clínica da Dor

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Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral

A equipe de neurocirurgia do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral é constituída por profissionais altamente capacitados com formação e experiência referenciais, que buscam sempre o melhor resultado, para que o paciente possa ter um atendimento personalizado desde a primeira consulta, quando é feita a avaliação inicial, até a sua alta.

 

O campo da Neurocirurgia abrange as lesões traumáticas e as doenças do cérebro e da medula espinhal que podem ser tratadas cirurgicamente, assim como as doenças dos seus envoltórios (meninges) e dos nervos periféricos.

Neurocirurgia Pediátrica

Nos últimos anos, a Neurocirurgia Pediátrica teve enorme avanço e neste contexto se insere o Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral. Com amplas instalações somadas a um atendimento humanizado e voltado para as crianças, o Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral conta hoje com uma equipe coeza e treinada nos grandes centros do Brasil e do mundo para a realização dos procedimentos neurocirúrgicos.

A hidrocefalia, entre as doenças neurocirúrgicas mais comuns em pacientes pediátricos, com suas diversas causas e formas de apresentação é a de maior destaque. Seu tratamento vai desde a colocação de sistemas de drenagem liquórica até a utilização do neuroendoscópio, seja para a instalação destes sistemas ou para a comunicação de múltiplas cavidades separadas por septos no caso das chamadas hidrocefalias complexas ou multiseptadas, o que simplifica o tratamento cirúrgico pela necessidade de colocação de apenas um sistema.

Vale ressaltar que a neuroendoscopia constitui uma técnica amplamente utilizada no tratamento de tumores cerebrais, sem a necessidade de realização das chamadas craniotomias. A neurocirurgia endoscópica permite acesso às lesões através de uma única e pequena abertura no crânio, tornando o procedimento mais rápido, sem oferecer maiores riscos para o paciente. Com esta técnica pode-se realizar biópsias tumorais ou mesmo a exérese completa das lesões sem o comprometimento de funções como a fala ou a motricidade.

Ainda com relação às doenças neurocirúrgicas comuns em crianças destacam-se os chamados defeitos de fechamento do tubo neural ou desrrafismos espinhais como a mielomeningocele, hoje notoriamente associada à deficiência de ácido fólico; a lipomielomeningocele e a diastematomielia, isoladas ou em associação com a chamada síndrome da medula presa, a qual confere graves alterações motoras às crianças acometidas.

Os métodos de tratamento para estas doenças prevêem índices de infecção reduzidos, uma vez que estas representam sua pior complicação. Desta forma, com relação especificamente à mielomeningocele, os grandes hospitais parceiros em que a equipe de neurocirurgia do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral opera estão preparados para a correção desta anormalidade dentro das primeiras seis horas de vida do recém-nascido, com acompanhamento integral dentro da maternidade por múltiplas especialidades.

Com relação às chamadas cranioestenoses ou deformidades crânio-faciais estas são doenças que trazem problemas tanto para o desenvolvimento neuropsicomotor, como também problemas estéticos, uma vez que o crânio passa a assumir formas das mais variadas e estigmatizantes. Como a maioria delas apresenta algum grau de hipertensão intracraniana pelo fechamento prematuro das suturas cranianas, caso sua correção não seja feita no momento adequado, a criança pode apresentar importantes dificuldades cognitivas e motoras. Assim, faz-se necessário tratamento adequado por uma equipe muito bem treinada para que seja dada a melhor assistência neurocirúrgica.

Além das alterações descritas, a equipe de neurocirurgia do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral trata tumores do Sistema Nervoso Central e outras mais específicas desta faixa etária.

A equipe de neurocirurgia do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral acompanha os seus “pequenos pacientes” desde os diagnósticos, durante todo o processo de tratamento cirúrgico até o completo restabelecimento destes, tudo em um ambiente humanizado, voltado para a criança e com profissionais plenamente capacitados.

A hidrocefalia, entre as doenças neurocirúrgicas mais comuns em pacientes pediátricos, com suas diversas causas e formas de apresentação é a de maior destaque. Seu tratamento vai desde a colocação de sistemas de drenagem liqüórica até a utilização do neuroendoscópio, seja para a instalação destes sistemas ou para a comunicação de múltiplas cavidades separadas por septos no caso das chamadas hidrocefalias complexas ou multiseptadas, o que simplifica o tratamento cirúrgico pela necessidade de colocação de apenas um sistema.

Fisioterapia

A equipe de fisioterapia do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral está envolvida principalmente na recuperação das lesões do aparelho locomotor, contudo preocupa-se também com o estabelecimento de programas preventivos de lesões osteomusculares, promovendo a manutenção da mobilidade e a amplitude de movimentos de suas articulações. Além disso, auxilia o paciente para que este disponha de maior autonomia e, conseqüentemente, obtenha melhora na sua qualidade de vida.

Após uma avaliação criteriosa, a qual considera história clínica, exames de imagem e laboratoriais, exame físico minucioso, avaliação postural e da marcha, além do diagnóstico clínico, o fisioterapeuta faz o seu diagnóstico funcional e aponta qual o melhor programa de tratamento para o paciente. São usados protocolos de tratamento diferenciados para cada paciente a fim de que se mantenha a individualidade de cada um. Além de técnicas específicas de terapia manual, são empregados recursos físicos como a termo/eletro e fototerapia que visam à complementação do trabalho desenvolvido pelo fisioterapeuta (exercícios terapêuticos – cinesioterapia), que é o profissional capacitado para o restabelecimento da funcionalidade do paciente, reabilitando-o para sua nova condição, especialmente aqueles submetidos ao tratamento cirúrgico.

Com o acompanhamento fisioterapêutico especializado, com o respaldo da equipe de uma equipe multiprofissional, é possível uma recuperação mais rápida, com menos algias(dores) e até mesmo mais salutar para o paciente, uma vez que ele trabalhará para uma reorganização do seu aparelho locomotor, não mais sobrecarregando a coluna, mas distribuindo melhor as forças ao longo de seu eixo e colaborando para uma consciência corporal melhor.

Reeducação Postural Global

A RPG é um método de fisioterapia que trata as desarmonias do corpo humano. É uma técnica original e revolucionária, desenvolvida após 15 anos de pesquisas sobre biomecânica, que considera os sistemas muscular, sensitivo e esquelético como um todo. Foi criada em 1980, na França, por Philippe E. Souchard, fisioterapeuta francês; com a publicação do livro “O campo fechado: base da RPG®”.

A equipe de reabilitação postural do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral juntamente com o médico neurocirurgião, indicam o tratamento com a RPG de acordo com a necessidade de cada paciente. A partir daí, são seguidos pelo fisioterapeuta os três princípios que fundamentam a técnica para que sejam alcançados os melhores resultados, minimizando as dores do paciente e recuperando uma postura adequada.

São eles:

 

• Individualidade: cada paciente sente e reage de maneira diferente;
• Causalidade: a verdadeira causa do problema pode estar distante do sintoma. A RPG remonta cada caso, da conseqüência à causa;
• Globalidade: trata o corpo como um todo e não partes isoladas.


Indicações da terapia com a RPG:


Hérnias discais             Bursites
Hiperlordoses               Artroses
Escolioses                    Artrite
Hipercifoses                 Pés planos e cavos
Estenoses de canal       Joelhos valgos e varos
Tendinites                    Torcicolos

Neurocirurgia Funcional e Dor

A dor é uma sensação desagradável que existe, na maioria das vezes, para alertar-nos que algo está errado com o nosso corpo. Este tipo de dor é denominada dor aguda, que corresponde àquilo que sentimos quando nos cortamos, queimamos, sofremos queda ou uma crise renal ou de vesícula. Porém existem dores que persistem por muito tempo e até mesmo na ausência de suas causas, quando já tratadas, prejudicando a qualidade de vida de que mas tem, causando sofrimento, estas são chamadas dores crônicas. Dor crônica é definida como persistente ou recorrente por mais de três meses e acomete o indivíduo em vários campos de sua vida: rendimento no trabalho e estudo, autoestima, sono, apetite e desejo sexual. O tratamento pode ser complexo, envolvendo abordagem multidisciplinar  com medicações, fisioterapia, psicoterapia e outras, investigando e erradicando causas, confortando e reabilitando o paciente.

A Neurocirurgia Funcional tem como objetivo melhorar a disfunção, ou seja, melhorar sintomas que prejudicam a função de um membro, por exemplo. Utilizam-se métodos de imagem para guiar cirurgias em alvos do sistema nervoso, o que garante acesso minimamente invasivo, permitindo que se melhore a função sem causar mais disfunção. Assim, consegue-se melhorar dor, distúrbios de movimento, como a doença de Parkinson, tremores, espasticidade e distonia.

Pela característica minimamente invasiva, a neurocirurgia funcional dispõe de procedimentos que contemplam pacientes que não podem se submetidos a grandes cirurgias, por possuírem riscos cirúrgicos aumentados. Assim utilizam-se infiltrações de drogas e medicamentos, bombas de medicamentos implantáveis, geradores implantáveis, eletrodos e lesões (ablação) por radiofrequencia.

Convênios

O Instituto Paulistano está credenciado em várias operadoras de saúde

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Agendamento

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